Hugo Motta pode pautar revogação do aumento do IOF na próxima terça-feira

Neste sábado, (7), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que poderá incluir na pauta da próxima terça-feira (10) um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para revogar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), caso o governo federal não apresente uma alternativa considerada satisfatória pelos parlamentares. Decisão depende de reunião com […]

Hugo Motta - Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Neste sábado, (7), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que poderá incluir na pauta da próxima terça-feira (10) um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para revogar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), caso o governo federal não apresente uma alternativa considerada satisfatória pelos parlamentares.

Decisão depende de reunião com governo

Segundo Motta, a definição sobre a votação do PDL será tomada após uma reunião prevista para domingo (8), quando o colégio de líderes se encontrará com representantes do governo. O Executivo deverá apresentar um pacote de medidas fiscais que possa substituir o aumento do imposto.

“Na segunda, a gente vai ter uma posição final com o colégio de líderes, e, se não houver proposta, o PDL pode ser pautado na terça”, declarou o presidente da Câmara, durante o Fórum Esfera 2025, em Guarujá (SP).

Alternativas e críticas a benefícios fiscais

Motta sinalizou que o governo avalia outras formas de recompor a arrecadação, entre elas a revisão de isenções fiscais. Ele ressaltou que há consenso entre os deputados sobre a existência de incentivos tributários que já não se justificam, e que podem ser alvo de cortes.

“O parlamento entende que há muitos benefícios fiscais que já não cabem mais”, afirmou.

Evitar medidas abruptas

Ainda durante o evento, o presidente da Câmara afirmou que a Casa não pretende tomar decisões bruscas que possam afetar o cenário econômico do país. Ele destacou que o Congresso espera uma proposta equilibrada por parte do governo.

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