Lula gasta R$ 44 milhões em sete dias de viagem

Na última semana, (entre os dias 9 e 15), o governo federal empenhou cerca de R$ 44 milhões em despesas relacionadas a viagens de autoridades, segundo levantamento divulgado pelo site Contra Fatos. Os valores incluem gastos com passagens aéreas, diárias, hospedagens e transporte para servidores e integrantes do alto escalão do Executivo. Viagens nacionais e […]

Lula gasta R$ 44 milhões em sete dias de viagem - Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

Na última semana, (entre os dias 9 e 15), o governo federal empenhou cerca de R$ 44 milhões em despesas relacionadas a viagens de autoridades, segundo levantamento divulgado pelo site Contra Fatos. Os valores incluem gastos com passagens aéreas, diárias, hospedagens e transporte para servidores e integrantes do alto escalão do Executivo.

Viagens nacionais e internacionais concentraram os maiores custos

O relatório aponta que parte significativa do valor foi destinada a missões oficiais que envolveram deslocamentos tanto dentro quanto fora do país. As comitivas utilizaram aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), como é de praxe para autoridades de alto nível. Entre os viajantes estão ministros, assessores, e em alguns casos, a primeira-dama Janja Lula da Silva.

As despesas também englobam diárias pagas para cobrir custos com alimentação e estadia, além de locomoção em solo. Os destinos e objetivos específicos das viagens não foram detalhados na reportagem, mas o volume elevado chamou atenção por ter sido registrado em apenas uma semana.

Comparação com gastos anteriores e reações

Segundo o levantamento, o ritmo de gastos supera a média semanal verificada em governos anteriores. Em 2023, o Executivo já havia sido alvo de críticas por ter alcançado um total de R$ 2,3 bilhões em despesas com transporte e deslocamentos oficiais ao longo do ano. O novo dado reforça a percepção de que os custos seguem em patamar elevado em 2024.

O aumento nos valores levou a novas críticas por parte de opositores e analistas que defendem maior controle e transparência sobre os critérios adotados para autorizar tais viagens. Para esses críticos, nem sempre as agendas públicas justificam o uso frequente de aviões da FAB ou o pagamento de diárias elevadas.

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