Trump diz que não é amigo de Bolsonaro, mas critica investigação no Brasil

Nesta terça-feira (15), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não tem amizade com Jair Bolsonaro, embora tenha voltado a criticar a investigação que envolve o ex-presidente brasileiro. Segundo ele, o processo é injusto e representa uma “caça às bruxas”. Declarações de Trump Em conversa com repórteres, Trump disse que Bolsonaro “não é […]

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Nesta terça-feira (15), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não tem amizade com Jair Bolsonaro, embora tenha voltado a criticar a investigação que envolve o ex-presidente brasileiro. Segundo ele, o processo é injusto e representa uma “caça às bruxas”.

Declarações de Trump

Em conversa com repórteres, Trump disse que Bolsonaro “não é um homem desonesto” e destacou que ele “lutou muito pelo povo do Brasil”. O presidente americano afirmou ainda que o ex-presidente negociou acordos comerciais “contra mim, pelo povo do Brasil” e que foi “muito duro”.

Ao comentar o processo, Trump declarou: “Eu acredito que é uma caça às bruxas e não deveria estar acontecendo. Não é que… olha, ele não é como um amigo meu, ele é alguém que eu conheço. E eu o conheço como um representante de milhões de pessoas. Os brasileiros são ótimas pessoas.”

Trump também criticou o tratamento dado a Bolsonaro pela Justiça brasileira: “Ele ama o país e lutou muito por essas pessoas, e eles querem colocá-lo na cadeia. Eu acho que é uma caça às bruxas e acho muito lamentável. Ninguém está feliz com o que o Brasil está fazendo porque Bolsonaro era um presidente respeitado.”

Pedido da PGR

Na segunda-feira (14), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou alegações finais ao Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo a condenação de Bolsonaro e de outros nomes que foram investigados no mesmo processo.

Entre os citados estão os ex-ministros Alexandre Ramagem, Augusto Heleno, Anderson Torres, Walter Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira, além do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e do ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

O próximo passo será a apresentação das alegações finais por parte das defesas. Em seguida, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, deverá elaborar seu voto para dar andamento ao julgamento.

Compartilhe:
Este site utiliza cookies para o seu correto funcionamento. Ao navegar você concorda com nossa política de cookies   
Privacidad