Compra e venda de dólares no dia do anúncio do tarifaço de Trump levanta suspeitas de uso de informação privilegiada

Movimentação bilionária em dólares antes do anúncio oficial de tarifas por Trump indica possível uso de informação privilegiada no mercado financeiro. Um movimento atípico no mercado financeiro brasileiro no mesmo dia em que Donald Trump anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros está levantando suspeitas de uso de informação privilegiada. No dia 9 de julho, […]

Movimentação bilionária em dólares antes do anúncio oficial de tarifas por Trump indica possível uso de informação privilegiada no mercado financeiro.

Um movimento atípico no mercado financeiro brasileiro no mesmo dia em que Donald Trump anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros está levantando suspeitas de uso de informação privilegiada.

No dia 9 de julho, por volta das 13h30, um investidor fez uma operação bilionária no mercado de câmbio, comprando cerca de US$ 4 bilhões com o dólar cotado a aproximadamente R$ 5,46. Menos de três horas depois, às 16h17, Trump oficializou o tarifaço contra o Brasil, o que provocou uma disparada na cotação da moeda americana. Logo após o anúncio, o mesmo investidor vendeu os dólares, aproveitando a valorização da moeda, que chegou a cerca de R$ 5,60.

A operação gerou lucros expressivos em um intervalo muito curto, o que chamou atenção de especialistas e levantou suspeitas sobre o possível uso de informações confidenciais antes da divulgação pública do tarifaço. Fundos internacionais e analistas de mercado consideraram o movimento altamente incomum e estrategicamente planejado.

Diante das suspeitas, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a abertura de uma investigação para apurar possível prática de crime. A solicitação inclui atuação da Polícia Federal e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com o objetivo de identificar se houve uso indevido de informação privilegiada.

Compartilhe:
Este site utiliza cookies para o seu correto funcionamento. Ao navegar você concorda com nossa política de cookies   
Privacidad