Nesta sexta-feira (11), o Bitcoin alcançou seu maior valor histórico, superando os US$ 116 mil, impulsionado pela forte demanda de investidores institucionais e pelo ambiente regulatório favorável às criptomoedas adotado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Nova máxima na Ásia
Na sessão asiática, o Bitcoin chegou a US$ 116.781,10, marcando um recorde histórico e acumulando uma valorização de mais de 24% no ano. Na última negociação registrada, a criptomoeda era cotada a US$ 116.563,11.
Joshua Chu, copresidente da Associação Web3 de Hong Kong, atribuiu o avanço à movimentação de grandes investidores. “A nova máxima histórica do Bitcoin está sendo impulsionada pela acumulação institucional implacável — os principais players estão aumentando a oferta e secando a liquidez nas corretoras”, afirmou.
Medidas de Trump favorecem setor
O cenário de valorização foi reforçado por ações recentes do presidente dos EUA. Em março, Donald Trump assinou uma ordem executiva criando uma reserva estratégica de criptomoedas. Além disso, nomeou figuras alinhadas ao setor para posições-chave em seu governo, como Paul Atkins para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (SEC) e David Sacks como chefe da inteligência artificial da Casa Branca.
Trump Media quer fundo de criptomoedas
Outro fator de destaque foi o anúncio envolvendo os negócios da família Trump. A Trump Media & Technology Group apresentou, na terça-feira (8), um pedido à SEC para lançar um fundo negociado em bolsa com foco em diferentes tokens de criptomoedas, incluindo o próprio Bitcoin.
Ether também registra alta
A valorização não se restringiu ao Bitcoin. O Ether (ETH), segunda maior criptomoeda em valor de mercado, também subiu 4,96%, atingindo US$ 2.956,82. A moeda chegou a bater US$ 2.998,41, maior valor registrado nos últimos cinco meses.





